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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO MEDIÁTICA – Green Media

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO MEDIÁTICA

A Assessoria Mediática é um serviço que já tem mais de cem anos! O trabalho de assessor de imprensa começou com um jornalista, em 1906 em Nova Iorque, EUA.

Ivy Lee, um repórter norte-americano da área de economia do jornal New York Times que aceita integrar a equipa do bilionário e bem conhecido John D. Rockfeller num momento crítico, dá início ao que é hoje classificado como “comunicação de crise”.

Curiosamente, é este o contexto a que dá origem ao serviço de assessoria de comunicação. Um começo desesperante para uma boa história de sucesso!

A proposta surge num momento de alta tensão e de uma greve dos operários mineiros, numa relação já descontrolada, em que surge a necessidade de reagir com informação e esclarecimento sobre questões relacionadas com a indústria de combustível e ferro.

Nascia assim a assessoria mediática, advinda de uma necessária gestão de crise, para a qual Ivy Lee desenvolveu a primeira Estratégia de comunicação para a imprensa, assente em três princípios básicos:  assegurar que toda a informação transmitida era feita de uma forma correta a todos os jornais e jornalistas, sem privilegiar nenhum, e aferir com rigor toda a informação e apresentação dos factos, para além de promover uma relação direta dos media/ jornalistas com o seu administrador representante – Rockfeller.

Ainda nesse mesmo ano, Lee abria o primeiro escritório de relações públicas do mundo!

EM PORTUGAL

Em Portugal surge igualmente pela mão de ex-jornalistas, na década de 60, muito embora a atividade fosse, nessa época, cingida às multinacionais, dadas as vicissitudes do antigo regime, ainda em vigor por essa altura.

Mesmo assim, foi criado em 1964 o INSTITUTO DE NOVAS PROFISSÕES com o primeiro curso de Relações Públicas e em 1968, instituída a SOPREP – Sociedade Portuguesa de Relações PúblicasApós o 25 de Abril, o apoio de consultoria enceta-se particularmente nos Departamentos de Administração Pública. A 16 de Abril de 1978 é, em Lisboa, aprovado o Código Europeu de Conduta Profissional de Relações Públicas, em Assembleia da Confédération Européen des Relations Publiques.

Há algo, contudo, que nunca mudará: a pertinência e qualidade da notícia escrita, seja para que meio e forma for, assim como, a visão de “manchete” da notícia, que são, ainda hoje, os principais elementos diferenciadores do sucesso dos media em Portugal, salientando, apesar de toda a tecnologia surgida, o talento humano.

A UTILIDADE DA INFORMAÇÃO É PROPORCIONAL AO VALOR

O valor da informação, a sua utilidade para o jornalista/meio e a confiança na fonte são respeitosamente cumpridos. A missão da Green Media é pautar a nossa mediação pelo maior profissionalismo, agilidade e rapidez, numa conduta de performance de excelência que pretende classificar-se como o melhor e mais rápido serviço de resposta do mercado, zelando pela boa gestão dos compromissos assumidos.

Uma proposta de exclusivo ou a partilha de uma informação sob embargo são uma realidade em Portugal, algo que dignifica e muito contribui para o reconhecimento do papel dos órgãos de comunicação social na sociedade e do valor da informação num país, cuja população reduziu, recentemente, a 10 milhões de habitantes.

COMO A INTERNET REVOLUCIONOU O MUNDO DA COMUNICAÇÃO SOCIAL

Tendo em conta que em 1986 existiam apenas 3 agências de comunicação, é fácil perceber como no final dos anos 90 a introdução das novas ferramentas de comunicação e a gradual globalização da internet em Portugal, tem um impacto altamente avassalador, pois coloca em questão todas as teorias, técnicas, modelos e procedimentos, até à data implementados.

“Muda o paradigma da Comunicação e a assessoria mediática re-inventa-se!”

Os novos media e a velocidade da informação a que se assiste, tem hoje alavancado, quer com o suporte livre e aberto da generalização da internet, quer com a facilidade de acesso, a massificação das redes sociais. Algo que transforma por completo aquele que era o conceito do serviço típico de assessoria de imprensa e abre uma nova janela de oportunidade para os mais ágeis e rápidos nesta necessária adaptação, com uma visão completamente distinta, não do que é esta atividade mas, de como deve ser hoje eficazmente desenvolvida. Na consolidação da mudança de paradigma, surge a Green Media em 2005. Entrámos numa nova era – a da notícia em vídeo, da reportagem ao minuto e da velocidade da informação, que está hoje altamente implicada na actividade de um jornalista.

A capacidade imediata que a difusão de um vídeo ou de uma foto pode hoje alcançar em segundos e em toda a parte do mundo, não era previsível. Nem para as primeiras agências de assessoria de imprensa, nem para as empresas e muito menos para os jornalistas.

Hoje já não é preciso ter um sinal de emissão TV para ter um programa online. Uma estação de Televisão tem, nos dias que correm, uma página de informação diária, uma Rádio, vídeos e conteúdos editoriais paginados online, um jornal, dez novas formas de circulação da informação: A edição impressa; a edição digital assinada; a página online; as redes sociais; o facebook do OCS (orgão de comunicação social); o Facebook do diretor e os dos jornalistas; os Blogs; o Twitter; o LinkedIn; o Instagram e o Pinterest.

A PRESSÃO PARA A BOA GESTÃO DA INFORMAÇÃO É O FIM DOS MEIOS QUE NÃO SUBSISTEM

O protagonismo hoje dos media online e a exigente gestão dos líderes de comunicação social para, sob pressão, decidir qual a partilha de informação a prover, foi no último ano particularmente complexo, com todas as inerentes vicissitudes de desinvestimento e quebra de vendas das edições impressas em banca.

Reduzir as tiragens no papel que é, ainda e para todos os efeitos, o local premium de máxima visibilidade aspiracional, está hoje em dia altamente condicionado pela boa gestão dos grupos editoriais e das decisões que tomam relativamente aos seus títulos.

Do nosso ponto de vista, desde 2012 que defendemos:

  1. A EDIÇÃO IMPRESSA– Deve ser o ponto alto e foco do jornal, com conteúdo de excelência.
  2. A ASSINATURA DIGITAL– Uma edição mais rica em conteúdos extra, com vídeos e reportagens multimédia, mais complexa, extensa e moldável, não sendo apenas a réplica da edição impressa (com várias vantagens para a publicidade e novas aplicabilidades de personalização).
  3. O WEBSITE– A versão online/site do Órgão de Comunicação Social, deve dar uma maior amplitude, com maior número de notícias e mais ligeiras, cruzadas com outras notícias de fontes internacionais e de setor e restritas ao posicionamento do órgão que dá a informação.
  4. AS REDES SOCIAIS– A gerir de forma distinta e sem substituir ou sobrepor a navegação à página oficial online (não só pela publicidade mas pelos conteúdos), utilizando as mais-valias de cada ferramenta para o seu próprio posicionamento – há, nesta altura, uma certa confusão e podem estar a substituir-se erradamente à visita do público ao site oficial.
  5. O FACEBOOK – Representa o órgão de comunicação social e as equipas desse órgão na atividade do seu dia-a-dia. Requer um trabalho de marketing na promoção do título como marca – com atividades, eventos e iniciativas em que participa. A estratégia de fidelização começa com uma acção de RP no próprio facebook para alimentar a capitalização da imagem que o público tem daquele órgão de comunicação social e assim levar o público a pretender segui-lo em outras redes sociais.
  6. O FACEBOOK DO DIRETOR E OS DOS JORNALISTAS  – Mesmo que apenas orientado para a sua profissão, os Diretores de Informação deveriam todos, nesta altura, ter um perfil como espaço diário. O líder máximo do órgão de comunicação social e o seu carisma fazem parte da imagem de marca institucional dos seus títulos e o contacto real direto não dever ser evitado.
  7. BLOG – Os verdadeiros e genuínos opinion leaders serão os jornalistas! Dos especializados em vinhos, turismo e restauração, tecnologia, automóveis, gadgets à economia, sociedade, política e cultura serão, na nossa modesta opinião, os verdadeiros e genuínos TOP BLOGGERS opinion makers.
  8. TWITTER – A informação imediata e pronta. O  verdadeiro telegrama dos nossos dias, já não em formato código  Morse, mas necessariamente limitado à pura manchete.
  9. LINKEDIN – A ligação comercial e institucional e a informação propícia à potenciação de todas as iniciativas em que o órgão de comunicação social está envolvido. Agenda de eventos, cadernos temáticos, etc.
  10. INSTAGRAM e PINTEREST– Distintos mas ligados apenas à imagem, são autênticos mostruários de acontecimentos, eventos, atitudes, acções, personalidades recolhidos em imagem pelos profissionais da casa, promovendo o trabalho de autor e dos profissionais do título.

Sob o ponto de vista de fenómeno psicológico, independentemente do séc XXI, o homem tem o franco sentido de pertença e o desejo de integração em determinados grupos. Um conceito que tão bem se coaduna neste paralelismo: Tribos de seguidores, de leitores, de anunciantes, de clientes fiéis, de cada indivíduo na projecção dele próprio na sociedade.

 

TENDÊNCIA PARA UM CRESCIMENTO NO SETOR JORNALÍSTICO

Neste pressuposto, acreditamos que haverá uma tendência para um crescimento extraordinário no setor jornalístico. Uma viragem que acontecerá quanto mais rápida for a implementação da estratégia de informação dos órgãos de comunicação social, direccionando as suas equipas para cada área e a maior concentração da fidelização dos seus leitores.

A necessidade de alimentação de conteúdos distintos, gerar novas notícias a cada desenvolvimento, melhores reportagens e com maior profundidade de análise e investigação, entrevistas mais intensas e análise especializada de temas e acontecimentos, sob uma tendência de contar histórias de forma original, de acordo com o estilo do título.

ASSESSORIA MEDIÁTICA VS ASSESSORIA DE IMPRENSA

Por razões óbvias a “Assessoria de imprensa” já não existe.

Assessoria mediática (Imprensa,  internet, TV e rádio) é, hoje em dia, indubitavelmente a expressão correta. Tal como várias outras expressões estão hoje desactualizadas: “Press release”, “Comunicado de Imprensa”, “Conferência de Imprensa”, Dossier de Imprensa, entre outros.

MUITO MUDOU…

Os custos são reduzidos ao máximo e também o jornalista hoje é fotógrafo e cameraman e até a câmara dá hoje, muitas vezes, lugar aos curtos takes diretos de vídeos hoje possíveis tecnicamente pela excelente capacitação tecnológica dos equipamentos – um tablet ou um telemóvel. A massificação dos gadgets em Portugal é também uma mais-valia para assentar esta nova capacidade multifuncional.

 

MODELO GREEN MEDIA

A Green Media posiciona-se por isso mesmo no papel de intermediário, com regras e objectivos claramente definidos no exercício desta atividade. Total apoio e flexibilidade para prover, no mais curto espaço de tempo possível, a informação ou o contacto de que o jornalista necessita; em eventos, o conforto e o acesso a meios técnicos e pessoas para o bom desenvolvimento do seu trabalho, assim como, a melhor relação possível e direta, que decorre naturalmente da implementação deste trabalho, no dia-a-dia.

A questão da exclusividade que a Green Media oferece

A total devoção e envolvimento da Green Media transborda a tradicional estratégia mediática para a Comunicação Institucional/Administração, Criatividade e Marketing de Guerrilha, Relações Públicas/Comunicação, motivação e técnicas de vendas/Comercial, inclusivé a de Recursos Humanos/Comunicação interna.

Ao abrigo da confidencialidade por que se pauta a nossa atividade, colocamos o conhecimento que adquirimos em cada cliente, ao favor da máxima capitalização de oportunidades e promoção de boa imagem e reputação.

É por isso que não vemos outra forma de atuar que não seja a de total exclusividade para o Grupo e as suas marcas. Na Green Media não há sub-marcas, equipas distintas ou semi-estratégias para trabalhar contas concorrentes. É a 100 % que estamos com cada cliente e só assim o nosso contributo se mantém altamente diferenciador no mercado e no setor.

 

O mítico conceito da especialidade num setor não existe, mas sim o savoir faire desta atividade por área de intervenção

Não é pelo facto de nos denominarmos Green Media que somos a agência de comunicação das empresas para o meio ambiente. A sustentabilidade da nossa intervenção justifica-se por trabalharmos um cliente em todos os setores de atividade, sendo especialistas sim, no serviço de assessoria de comunicação mediática.

A intensidade com que a Green Media trabalha cada cliente, a forma técnica como acompanha e monitoriza a concorrência, a intervenção que tem na consultoria e acompanhamento da boa imagem/reputação da marca no setor, não se compadece com o mítico e eterno problema da linguagem técnica, a mais-valia resistente desta teoria da especialização.

Perceber o setor e o mercado é uma aprendizagem constante, para a qual a Green Media se prepara tecnicamente, formando em diferentes setores de atividade, os consultores de comunicação que apoiam cada cliente, junto de altos quadros do setor e dos jornalistas mais especializados no tema.

Esta preparação qualifica a rápida posição que a Green Media toma junto do cliente. Fazendo jus ao reconhecimento que conquista e à confiança que gradualmente vai gerindo, de serviço em serviço.

Como se conta nesta história, daquele que é para nós o serviço comum a todos os clientes da agência, assistiu-se a uma evolução rumo à contemporaneidade que ainda não acabou. Haverão novos capítulos que a Green Media voltará a contar, no processo de melhoria contínua a que se dedica diariamente no mercado.